Chama Prateada · Anor-Ithildor
Emblema da Guilda Faeril

FAERIL

Alma de Prata

Nascidos da aliança entre anões, elfos e altos-homens, os Faeril ergueram-se contra as trevas de Balrog — e seu juramento atravessa gerações.

Conhecer a História
Ano 299 DG

A Fundação de Anor-Ithildor

O reino de Anor-Ithildor nasceu de uma aliança improvável: anões, elfos e altos-homens vindos do oeste de Midgard, unidos por interesses que a história raramente permite. Os altos-homens partiram rumo ao leste com o apoio dos elfos que deixavam Alfheim, e juntos lançaram as bases de um reino que sobreviveria séculos.

Chama Prateada foi erguida pelos anões exilados de Tharkûn Azgar, com o apoio dos homens do oeste e dos elfos de Alfheim. Posicionada a nordeste do continente, a cidade se assenta sobre uma das poucas regiões onde o mithril — escasso em toda Midgard — surge com relativa abundância. Foi esse metal precioso que fez prevalecer o interesse comum sobre as desavenças históricas entre as três raças.

No ano de 329 DG, Anor-Ithildor estava pronta. Representantes de cada povo formaram o conselho conhecido como O Tridente — e foi o empenho de Arnakhôr, "O Justo", que permitiu extrair o melhor de cada raça e manter a harmonia entre elas.

Maeralya Cael'Thalas
Elfos
Maeralya Cael'Thalas

Exímia ferreira e encantadora, conduziu o povo de Anor com sabedoria antes de dedicar-se inteiramente a manter a paz do reino.

Glomion Bael Modan
Anões
Glomion Bael Modan

O melhor minerador de Pedra Alta antes de seu exílio, liderou os anões que fundaram Chama Prateada.

Arnakhôr Anfaeg
Alto-Humanos
Arnakhôr Anfaeg

Conhecido como "O Justo", foi o guerreiro mais habilidoso do reino e responsável pela robusta estrutura militar de Anor.

Inverno de 371 DG

Os Faeril — Alma de Prata

Um dos cinquenta guerreiros enfrenta Balrog nas minas de Zarakhadûm

Balrog emergiu das profundezas das minas de Zarakhadûm, dizimando parte dos que ali trabalhavam naquele dia sombrio. Liderado por Arnakhôr, o Tridente reuniu cinquenta dos melhores guerreiros do reino, treinados e especializados por um ano inteiro a partir de escrituras élficas sobre o demônio, com a missão de deter a ameaça antes que mais vidas fossem perdidas.

Foi Adrathor, "Martelinho de Ouro", quem sugeriu criar pequenos broches para simbolizar a Ordem prestes a partir. Maeralya, após trinta e três anos dedicados ao ofício, teceu em cada broche um encantamento — palavras que os cinquenta guerreiros levariam consigo rumo ao abismo.

"Ennas leitho, na firn na bresto, a bregol mithrilden vorn a leithia, a maetha caras an síla i mae"

Em união, a angústia não restará, e a alma de mithril se torna leve e o bom ânimo virá para que o mal seja dominado.

Com os broches entregues a cada um dos cinquenta, Maeralya proferiu as palavras que os despediram para sempre:

"Galad, Faeril, a thaur vi gwanna"

Vá, Alma de Prata, e cumpra com a sua promessa.

Os cinquenta partiram para o abismo e não voltaram mais. Lutaram com ferocidade indomável e, apesar de sua bravura, foram derrotados — mas levaram Balrog consigo, livrando Anor-Ithildor do mal e estabelecendo a paz de Chama Prateada. Por dois séculos o reino manteve viva sua memória; depois, o clã foi esquecido, sussurrado apenas em murmúrios.

Hoje

O Legado

Mesmo nas sombras do esquecimento, a linhagem dos Faeril não se extinguiu por completo. Descendentes dispersos vagam por Midgard, carregando um orgulho brilhante como a prata do mithril — ainda que escurecido pelo desgaste do tempo — e guardando em segredo a memória de seus ancestrais.

Quando as trevas voltaram a ameaçar Midgard, Tolgarien, filho de Vaughan e descendente dos Homens do Oeste, partiu em busca daqueles que partilhavam da mesma vontade dos Faeril. Encontrou Estel, e juntos — movidos pela memória de seus ancestrais e pelo desejo de redenção — voltaram a enfrentar a corrupção, prontos para escrever um novo capítulo na história do clã.

A nova Ordem enfrenta as sombras uma vez mais

A família Silverberg mantém viva a promessa: manter acesa a chama dos Faeril para as próximas gerações, na esperança de que o bom ânimo combata o mal sempre que ele surgir.

Segundo o relato de Rudof Silverberg, filho de Aengus Escudo de Mithril, redigido por Otherys Kavoosi, escriba da família Silverberg — Ano 397 DG.
Símbolo da Ordem

O Emblema da Faeril

Emblema da Guilda Faeril, detalhado
Chama Prateada — representa a cidade e o espírito imortal dos guerreiros Faeril; a prata metálica simboliza o mithril que uniu as três raças.
O Tridente — representa a aliança entre anões, elfos e altos-homens, e o conselho que governou Anor-Ithildor.
Martelo, Estrela e Espada — simbolizam, respectivamente, os anões de Glomion, os elfos de Maeralya e os altos-homens de Arnakhôr.
Borda Entrelaçada — simboliza a união contínua entre as três raças e o ciclo eterno do legado Faeril.
A Inscrição — traz a frase encantada por Maeralya, gravada nos broches originais dos cinquenta guerreiros.
Azul Profundo — o abismo de Zarakhadûm
Prata Metálica — a Alma de Prata
Vermelho Suave — coragem e sacrifício
Dourado — nobreza e esperança
União Coragem Sacrifício Legado Combate ao Mal
A Guilda

Membros

Os que hoje carregam adiante o nome e o juramento dos Faeril.

Tolgarien Silverberg
Líder da Faeril
Tolgarien Silverberg
Líder da Faeril
Isamaru
Ordem do Mithril
Estel
Estel
Dessa
Dessa
Thati
Gui
Veio Curandeiro
Veio Curandeiro
Panza
Os Cinco Pilares

Regras da Guilda

O que rege a Faeril não é uma lista de proibições — é o mesmo juramento gravado nos broches, aplicado ao dia a dia da guilda.

União
  • Apoio mútuo vem antes de qualquer disputa interna.
  • Novo membro é recebido e apresentado por um veterano nas primeiras semanas.
Coragem
  • Avisar quando não puder comparecer a um evento vale mais que sumir sem explicação.
  • Arriscar em conteúdo novo é celebrado — ninguém é cobrado por tentar e errar.
Sacrifício
  • Loot e recursos de eventos coletivos são divididos pelo bem do grupo, não por quem mais "puxa".
  • Ausência longa é avisada à liderança — a guilda guarda o lugar, não abandona o membro.
Legado
  • Veterano (Ordem do Mithril) tem o dever de ensinar — conhecimento de build/estratégia não se guarda só pra si.
  • O nome Faeril representa a todos — conduta fora da guilda também reflete nela.
Combate ao Mal
  • Conflito interno passa pela liderança antes de virar briga pública no Discord.
  • Zero tolerância a assédio, discriminação ou sabotagem.
Ícone da guilda no Discord
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Contato

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